Com o passar do tempo, a evolução da tecnologia, o aperfeiçoamento da ciência e o aparecimento de novos cientistas os modelos atómicos evoluiram. Foi possível entender o que constitui a matéria, prever determinados comportamentos dos materiais, entender e manipular a radioatividade e produzir diversos produtos.
As teorias mais estudas dos modelos atómicos foram:
-Modelo atómico de Dalton (1803) - O modelo indivisível: Segundo Dalton:
- Os átomos eram partículas pequenas, indivisíveis e indestrutíveis. - Os átomos que pertencem a elementos químicos diferentes, apresentam massas diferentes, assim como propriedades químicas diferentes. - Os compostos são associações de átomos de elementos químicos diferentes. - Cada elemento químico seria constituído por um tipo de átomos iguais entre si, e quando combinados, os átomos dos vários elementos formariam compostos novos.
-Modelo atómico de Thomson (1897) - Primeiro modelo divisível:
Segundo Thomson: - Os átomos eram constituídos por eletrões, particulas negativas, ou seja, não eram indivisiveis. - Os átomos eram corpúsculos de carga positiva, onde se encontravam os eletrões, carga negativa, em número suficiente para que a carga total do átomo fosse nula. -Modelo atómico de Rutherford ( sec. XX):
Segundo Rutherford: - A maior parte do átomo era espaço vazio, estando a carga positiva localizada no núcleo (ponto central do átomo), tendo este a maior parte da massa do átomo. Os eletrões estariam a girar em torno do núcleo. - O átomo também era constituído por protões, partículas com carga positiva que se encontram no núcleo e mais tarde Rutherford passou a incluir os neutrões, partículas sem carga elétrica no núcleo.
“O átomo é constituído de duas regiões distintas: um núcleo ou região central que contém praticamente toda a massa do átomo e apresenta carga positiva; e uma eletrosfera, isto é, uma região ao redor do núcleo, onde os elétrons giram em órbitas circulares”.
-Modelo atómico de Bohr (1913):
Segundo Bohr: - Os eletrões só podem ocupar níveis de energia bem definidos, e os eletrões giram em torno do núcleo em órbitas circulares com energias diferentes. As órbitas interiores apresentam energia mais baixa e à medida que se encontram mais afastadas do núcleo o valor da sua energia é maior. Quando um eletrão recebe energia suficiente passa a ocupar uma órbita mais externa (com maior energia). Se um eletrão passar de uma órbita para uma outra mais interior liberta energia. -Os eletrões tendem a ter a menor energia possível - estado fundamental do átomo.
-Modelo da nuvem eletrónica (atual):
No núcleo do átomo estão os protões e os neutrões, enquanto que os eletrões giram em seu redor. Na figura ao lado está representada a nuvem eletrónica de um átomo. Esta nuvem representa a probabilidade de encontrar os eletrões num determinado local do espaço.
Os eletrões de um átomo ocupam determinados níveis de energia (o número de eletrões em cada nível de energia é expresso pela distribuição eletrónica). Os principais cientistas responsáveis por esta proposta foram Heisenberg, Schrödinger e Dirac. No entanto houve também outras contribuições importantes que permitiram que chegássemos ao modelo que hoje consideramos como válido.
Refração da luz - é quando um raio de luz passa de um meio para outro e a sua velocidade muda, sofrendo um desvio na sua direção de propagação. Quanto mais o raio se aproximar da normal, maior é a densidade do meio, e assim vice-versa.
1º - A luz branca do Sol é interceptada por uma gota de água da atmosfera.
2º - Uma parte da luz é refractada para dentro da gota e decompoem-se nas 7 cores do arco-íris.
3º - A luz é refletida no interior da gota e cada cor é desviada em um ângulo diferente e são refractada para fora da gota.
4º- Ao sair da gota os raios são desviados mais uma vez.